Alongamentos

Quando se fala em alongamento pode nos vir a mente algo relacionado a atletas de uma forma geral. Isto é um grande engano, embora esteja também relacionado a eles, o alongamente é algo vital para o bom desempenho de nossos movimentos e circulação do sangue e os linfas (líquidos) em nosso corpo.

Os alongamentos devem ser feitos todos os dias, principalmenmte pela manhã, ao acordar-mos. Após uma noite em repouso ou dormindo, o nosso sistema muscular tende a se recolher e voltar ao estado de repouso, dai quando acordamos e necessitamos de melhor elasticidade dos músculos e solturas das articulações, é que devemos nos alongar.

Alongamento pode sugerir algo cansativo e que demanda muito tempo, não é o caso, para quem vai iniciar um exercício físico como corrida, futebol e outros mais, realmente o alongamento demandará mais tempo, aqui eu me refiro a um alongamente suave com a finalidade apenas de nos prepararmos para andar melhor e propiciar a circulação do sangue e dos linfas, meios melhores para se espalharem pelo corpo. Esta boa circulação nos trás bem estar, melhora nossa imunidade e também um um andar solto, natural e elegante. Preste atenção nas pessoas andando, muitas das vezes nos lembra pessoas dentro de armaduras, mal movimentam os braços, com o tronco e a pelvi travados. E não estou falando de pessoas com idade avançada, mesmo em pessoas novas isto é comum.

Com alongamento, qualquer pessoa e em qualquer idade pode se deleitar de movimentos elegantes e soltos. Não demora mais que 10 minutos e proporcionam um dia mais agradável e saudável.

Alongamento é consciência corporal!

Alongamentos para nossas 4 colunas: Cervical, Torácica, Lombar e Sacral.

Os alongamentos tem um segredo básico que para ter resultados deve ser seguido.

1º O alongamento se dá quando ao iniciarmos, saimos da zona de conforto e começamos a sentir desconforto e até dores.
2º Quando começamos e inicia o desconforto, devemos contar devagar, até 10 por exemplo, e continuar puxando ao máximo. Termindo a contagem voltamos devagar ao ponto inicial.
3º Alongamento deve ser feito e desfeito devagar.

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Como a água influencia a atividade física #01

Importância e funções da água

A água é a molécula mais importante do corpo humano, predomina em abundância no nosso organismo. Uma pessoa adulta possui no seu corpo um percentual de 60% a 75% de água. A quantidade de água no organismo humano varia em função da idade, do sexo e da quantidade de tecido adiposo que a pessoa possui.

À medida que o ser humano envelhece, a porcentagem de peso corporal total representada pela água diminui gradualmente. Já em crianças recém-nascidas, a água constitui aproximadamente 72% do peso corporal. Enfatiza-se que as mulheres, em geral, têm menos água total no organismo devido à maior quantidade de tecido adiposo subcutâneo.

A água exerce, no organismo, diversas funções essenciais. Age como principal solvente do organismo e de toda matéria viva, permitindo e possibilitando a ocorrência das reações químicas. A despeito de ser essencial à vida tem importante participação nos processos fisiológicos e de transporte de substâncias, desde a digestão até a absorção e excreção.

Por meio da água, os nutrientes, as moléculas e as demais substâncias orgânicas são transportadas pelo corpo. A água auxilia na regulação do equilíbrio térmico, ou seja, na manutenção da temperatura corporal. Graças a ela, o nosso intestino e o nosso sistema circulatório funcionam. Além disso a água estimula e faz funcionar os rins, eliminando as toxinas pelas vias urinárias. A pele adquire um aspecto saudável quando ingerimos água regularmente. Tem ainda a função de lubrificar a mastigação, deglutição, excreção e auxiliar as articulações.

Quando deixamos de ingerir água, o organismo entra em processo de desidratação. A desidratação ocorre quando a eliminação de água do corpo é maior que a sua ingestão. Normalmente, a insuficiência de água faz com que a concentração de sódio no sangue aumente. Diversas são as causas da desidratação: dentre elas o vômito, a diarréia, o uso de diuréticos, o calor excessivo, a febre e a redução da ingestão de água por qualquer razão. O diabetes pode, também, provocar a perda excessiva de água. Quando a quantidade de água ingerida não consegue compensar a perda, a desidratação torna-se efetiva e mais grave. A desidratação diminui a sudorese e a quantidade de urina.

Fique de olho na urina para saber se você está hidratado ou não. Se a urina estiver clara, é porque está tudo bem. Entretanto, se estiver com aspecto escuro, seu organismo está clamando por mais líquidos.
A carência de água no organismo, dentre outras manifestações negativas, deixa a boca seca, os lábios rachados, uma sensação de letargia, confusão mental e ocorre diminuição da produção de urina. Esses são sintomas de desidratação que, além de diminuir as reservas de água do corpo humano, reduzem os níveis de importantes minerais, como cloreto de sódio, sais de potássio, etc. Os eletrólitos também ficam mais concentrados se não houver reposição hídrica.

Podem acontecer problemas cardiológicos, diminuição do fluxo sanguíneo para os tecidos e prejuízos gerais para o organismo.

A água pura, na realidade, é a melhor forma de manter o organismo hidratado. No entanto, água de coco, leite, frutas e sucos possuem água e ela ainda pode ser ingerida como parte dos alimentos, já que após a oxidação dos mesmos ocorre a liberação de líquidos.

O corpo humano não funciona como uma caixa d`água, ou seja, não consegue estocar a água que se consome. Ela é eliminada diariamente e em grandes quantidades pelo suor, urina, fezes e outras funções do corpo. Por isso, a água precisa ser reposta constantemente. Reduzindo-se os níveis de água no organismo, ele passa a trabalhar com menor intensidade, visando poupar líquidos e prevenir a desidratação.

O organismo humano possui diversos mecanismos de defesa. A hipófise, localizada no cérebro, ao sentir a insuficiência de água secreta o hormônio antidiurético no sangue, que, por sua vez, estaos rins a reter o máximo viável de água. Assim, recomenda-se a ingestão diária, no mínimo, de 2 litros de água.

Pesquisadores da Universidade de Birmingham, na Inglaterra, descobriram que a falta de preparo físico não seria a única razão pela qual muitas pessoas ficam acabadas, digamos, antes da hora. Depois de observar voluntários sob várias condições adversas e reunir uma série de dados, eles concluem em um estudo recente: um dos maiores contribuintes para a fadiga precoce é a desidratação.

“Quando nos exercitamos, existe uma boa demanda dos músculos por substâncias como glicose e oxigênio. E a água ajuda a transportá-los”, explica o fisiologista Orlando Laitano. Com pouca H2O disponível, esses materiais têm dificuldade para chegar ao seu destino – e, assim, falta energia para as pernas se movimentarem.

Essa desidratação local afeta a vinda de nutrientes essenciais à construção das fibras musculares, a exemplo da proteína. Aliás, até essas estruturas também são compostas de água. Privar-se dela, portanto, é ficar sem matéria-prima para formar mais fibras. Outro motivo para a recuperação ficar lenta quando o tanque está vazio.
O músculo depende de determinados sais minerais e – adivinhe! – água para realizar toda e qualquer contração. “A precisão e a suavidade do movimento diminuem significativamente se o indivíduo não bebe o suficiente. Isso, por si só, já aumenta a probabilidade de uma lesão”, alerta o médico do esporte Jomar Souza.

Para piorar, reservas aquosas abaixo da necessidade mexem inclusive com o desempenho do cérebro. “Os sinais enviados por ele para comandar determinada ação, como levantar uma barra ou chutar uma bola, perdem qualidade”, reforça Emerson Silami Garcia, educador físico.

Goles na (sua) medida

O senso comum prega que se aja de acordo com os sinais do corpo. Em outras palavras, esvaziar a garrafinha no momento em que a boca ficar seca. “Mas hoje existem pesquisas revelando que o estágio de desidratação já se encontra avançado quando a pessoa percebe a sede”, contrapõe Ricardo Nahas, médico do esporte.

Os profissionais que trabalham com atividade física são unânimes: a hidratação deve ser individualizada, até porque há quem transpire mais do que outros ou viva em um local frio, onde naturalmente se sua pouco. Daí que os especialistas muitas vezes preferem recorrer a uma conta matemática simples: subtrair o peso corporal antes do exercício pelo obtido ao término dele. O saldo final é o tanto de água que precisa ser tomada ao longo da ralação seguinte.

Infelizmente, não dá para só encher a barriga d’água antes de correr. “O sistema digestivo não consegue funcionar com um volume grande de líquidos e, inchado, causa desconforto”, explica Silami Garcia. Lançar mão de um cantil e dar uns bons goles a cada 15 minutos costuma resolver a questão. Bem hidratado, seu corpo – e, claro, seu desempenho – vai longe.

E as bebidas esportivas?

Elas oferecem uma mistura de carboidratos e sais minerais, que se esvaem durante pedaladas e corridas. “Mas só são recomendadas para atividades físicas que excedam uma hora de duração”, prescreve a nutricionista Patrícia Bertolucci.

O manual da hidratação

Saiba o que fazer para se exercitar sem deixar a secura tomar conta do organismo:

Antes: Nas duas horas que antecedem o momento da malhação, ingira de 250 a 500 mililitros de água. Evite refrigerantes, bebidas alcoólicas e, ainda, alimentos muito pesados.

Durante: A cada 15 minutos, beba de 125 a 250 mililitros. Se a atividade durar mais do que 60 minutos, água de coco e isotônicos podem ser uma boa opção, mas vale consultar um especialista.

Depois: Urina escassa e amarelada é um sinal claro de desidratação. No caso, lance mão de uma balança para saber quanto perdeu de peso. Então, basta repor na mesma medida.

Fonte: Revista Pilates

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Novo conceito de postura pede corpo mais flexível

 

As novas teorias apostam mais na flexibilidade do que em modelos de colocação “certa” do corpo.

“Não existe uma boa postura estática. Os estudos de ponta da ergonomia dizem que a melhor postura é aquela em que você pode se mexer, se ajeitar”, afirma a fisioterapeuta Maria Emília Mendonça.

Não quer dizer que não existam regras saudáveis de postura. “A gente tem que saber se sentar direito, ficar em pé de uma forma boa. Mas o mais interessante é ter um corpo que se modifica conforme a solicitação do momento”, diz André Trindade, psicólogo especializado em psicomotricidade.

Trocar a perseguição de uma postura ideal pelo corpo possível tira um peso das costas de muita gente. O que é ótimo tanto para o esqueleto quanto para a mente, segundo o médico e psicólogo Saulo Cardoso.

Ele segue uma linha terapêutica desenvolvida pelo norte-americano Stanley Keleman. De acordo com sua teoria da “anatomia emocional”, as áreas do cérebro ligadas às emoções tanto regulam como são reguladas pelas regiões responsáveis pelo controle motor e muscular.

A Folha não usa postura como sinônimo de atitude, mas, para muitas pessoas, esse sentido colou à palavra. A causa pode ser a percepção de que a organização corporal, as emoções e os comportamentos não andam separados.

ESTADOS EMOCIONAIS

“Postura nunca é uma coisa só física; é a forma como você se coloca diante do mundo”, diz Mendonça.

Uma pesquisa da Unifesp confirmou isso. Cerca de 30 voluntários passaram por testes padronizados para avaliar sintomas de depressão e de ansiedade. Depois, foram fotografados em pé e sentados. As posturas foram analisadas por fisioterapeutas.

Cruzando as informações, os pesquisadores descobriram que desvios corporais específicos se relacionavam consistentemente aos estados emocionais -por exemplo, cabeça projetada em quem estava ansioso, ombros elevados quando a pessoa estava mais alegre e peito fechado nos deprimidos.

“Algumas coisas podem parecer óbvias, mas poucos percebem, porque as alterações [na organização corporal] formam uma espécie de couraça muscular, que passa a ser o ‘natural’, e a pessoa fica rígida naquela postura”, diz José Roberto Leite, coordenador do departamento de psicobiologia da Unifesp, onde foi feito o estudo.

Desarmar a postura e sair da rigidez é um canal para tentar manter “a espinha ereta (ou melhor, flexível) e o coração tranquilo” -mas nem tudo é simples assim.

“Às vezes, a pessoa tenta mudar seu corpo a partir de um modelo fixo e acaba se engessando em outra postura dita como correta. Mas você tem que trabalhar a postura na mobilidade. O que a gente pode fazer é ‘entrar’ na postura, ‘sair’ da postura, entrar de novo”, diz a fisioterapeuta e professora de dança Betty Gervitz.

Na vida real, mesmo quem é do ramo não consegue ficar certinho o tempo todo.

“Conheço tudo sobre ficar bem sentada, mas, quando estava escrevendo minha tese de doutorado, acabava desabando na cadeira. Mas sabia como compensar, levantava, ativava os músculos”, conta Maria Emília, que é professora de ginástica holística.

Ficar muito tempo sentado é o grande nó postural da atualidade. “O corpo se constrói sob a ação da gravidade. Precisamos ficar em pé”, afirma Maria Emília Mendonça.

Horas em frente ao computador criam uma cascata de efeitos no corpo e na mente. Uma questão é o olhar. “Para ler na tela, fixamos o olho, e a tendência é enrijecer o pescoço”, diz Mendonça.

O olhar determina a postura. No sentido literal, porque ao olhar para frente a pessoa automaticamente alinha o pescoço e a cadeia de músculos e articulações seguintes. E no sentido figurado, porque é preciso saber se olhar para ganhar consciência corporal.

“A grande dificuldade de quem vai dançar é ter de se encarar no espelho, reconhecer suas limitações. Mas é um jeito possível e prazeroso de descobrir qual é a melhor postura para cada um”, diz Betty Gervitz.

Não precisa ser dança. Tirar a bunda da cadeira sempre é bom. “Quem fica só sentado não usa os glúteos e não tem força de reação ao solo, que transmite ao corpo as informações da força de gravidade. Isso deixa a pessoa meio anestesiada. É forte dizer isso, mas amortece a capacidade de julgamento”, acredita Mendonça.

De novo, variar posições é um segredo. Outro é lembrar que a coluna não é o eixo de sustentação. “O que nos sustenta são pernas, pélvis, glúteos”, afirma Mendonça.

Finalmente, relaxar é tão importante para a postura quanto o trabalho muscular, diz André Trindade. “A gente quer movimento, descanso e variedade. É o que o corpo e a cabeça precisam.”

 

 

Texto: Iara Biderman- Folha.com

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Os exercícios e a reciclagem do corpo

 

Uma nova teoria desvenda de que maneira a atividade física transforma potenciais ameaças à nossa saúde em benefícios, protegendo o organismo de uma série de doenças

As fábricas, ao produzirem suas mercadorias, inevitavelmente geram lixo. São restos de materiais, gases tóxicos, máquinas quebradas e por aí vai. Sem uma limpeza  adequada, os dejetos se acumulam até o ponto em que atrapalham o dia a dia da indústria. Com o corpo acontece algo semelhante. As tarefas realizadas pelas células culminam em resíduos nocivos que, se não colocados na lixeira, comprometem seu trabalho e o de suas companheiras. Ainda bem que há um mecanismo responsável por nos livrar dessa sujeira e, assim, manter cada uma das pequenas unidades do organismo saudáveis. Mas, em vez de jogar fora as porcarias, essa estratégia natural, chamada de autofagia, reutiliza o entulho em prol do bom funcionamento celular.

A grande surpresa, revelada em uma pesquisa com camundongos da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, é que os exercícios promovem essa espécie de reciclagem. Mais do que isso, o estudo comprova que o fenômeno estimulado pela prática esportiva realmente faz um bem danado por, entre outras coisas, varrer para longe um dos males que mais crescem em incidência atualmente: o diabete.

“No tecido muscular, a autofagia facilita o aproveitamento de glicose nas células e, com isso, evita picos de açúcar no sangue que culminam no transtorno”, relata Congcong He, autora do levantamento. Esse processo também deixa as células do pâncreas livres de partículas prejudiciais e, logo, funcionando a pleno vapor para fornecer insulina, o hormônio que bota a glicose dentro da célula.

Por mais que Congcong He tenha concentrado seus esforços recentes no diabete, ela vê a autofagia como uma explicação plausível para o fato de a atividade física barrar o surgimento de outros problemas sérios, como um câncer. “Ela diminui o risco de mutações que desencadeiam tumores”, resume a cientista.

Uma das razões para isso — e que, aliás, esclarece o porquê de sessões na academia rejuvenescerem o corpo — é que um sistema eficiente de reciclagem no organismo baixa a concentração de radicais livres, moléculas capazes de lesar toda a célula, inclusive seu DNA. É que ele transforma mitocôndrias defeituosas em outras novinhas em folha, como já mostramos no infográfico das páginas anteriores. “Quando essas estruturas possuem falhas, produzem uma quantidade grande de radicais livres ao fornecerem energia”, ensina Rafael Herling Lambertucci, educador físico da Universidade Cruzeiro do Sul, na capital paulista.

Em algumas situações, no entanto, nem mesmo uma equipe de limpeza altamente preparada consegue livrar certas células de toda a sucata acumulada. Quando o caso é crítico assim, elas mesmas costumam se desligar em um complexo processo denominado apoptose. “É uma autofagia da célula inteira. E os exercícios aprimoram essa ação de defesa”, esclarece Marcelo Aisen, oncologista do Centro Paulista de Oncologia, em São Paulo. Resultado: menor probabilidade de um pedacinho problemático da gente escapar da coleta seletiva e, então, começar a causar estragos nas imediações que às vezes levam ao câncer.

Agora, se por um lado o elo estabelecido entre a malhação e a autofagia seja animador, alguns especialistas pedem um pouco de cautela. “Trata-se de uma descoberta novíssima e, por isso, há muito para estudar antes de compreendermos suas implicações à saúde de cada um”, pondera Jomar Souza, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte. “Mais do que isso, essa suposta consequência da prática esportiva não explica todas as vantagens proporcionadas por ela”, completa. Por exemplo: assim como abandonar o sedentarismo faz uma espécie de higienização das céluas cardíacas, deixando-as mais fortes e menos propensas a panes, essa atitude aumenta a fabricação de óxido nítrico, uma substância que dilata os vasos sanguíneos. Em outras palavras, levantar-se da cadeira e ir para a ginástica debela doenças cardiovasculares em no mínimo duas frentes.

E quanto seria necessário ralar para incrementar a nossa reciclagem interna? “Ainda não há uma definição de dose ideal, até porque isso deve variar de pessoa para pessoa. Mas o estudo sugere que a regularidade é peça-chave para que a autofagia seja realmente positiva”, avalia o fisiologista Orlando Laitano, da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Petrolina, Pernambuco. Suar com frequência pode até sujar a camiseta, mas limpa seu corpo de vários vilões do bem-estar.

 

 

 

Fonte: globo.com

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Dia das Mães

Já comprou o presente de Dia das Mães da SUA MÃE?

Que tal dar um pacote de Pilates para ela?

Presenteie sua mãe para ela viver mais e melhor!

Pilates Pirenópolis

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Pilates com humor #02

 

Para um bom final de semana…

Sem esquecer das aulas de Pilates!!!

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Música e Pilates

É típico, da maioria dos estúdios de Pilates, não ter música como parte da aula. Isso acontece por ser muito difícil ter o equilíbrio mente-corpo sem nenhuma distração.

As pessoas que iniciam no Pilates, sem dúvida alguma, precisam compreender todas as explicações. O foco é ter controle da respiração, alinhamento, estabilidade e não no ritmo da música.

Uma pesquisa feita, nos Estados Unidos, mostra que a música dentro de uma aula de Pilates, vai contra a grande parte dos métodos de ensino, que buscam concentração total do aluno.

Mas se o aluno mantiver, com equilíbrio, os movimentos dos exercícios, a música pode ajudar a conectar os participantes em um nível mais profundo da respiração, alinhamento e a percepção do próprio corpo?

Elizabeth Larkam, que possui experiência como instrutora de Pilates a mais de 20 anos, responde: “Um som bem escolhido, pode criar um fluxo…que sustenta movimentos suaves com harmonia. Isso permite integração da respiração, a atenção e a forma física.

A música também pode inspirar o instrutor a falar suavemente, acompanhando a melodia do som e sintonia do aluno com os exercícios.

Alguns instrutores usam a música em diferentes tipos de aulas de Pilates, incluindo Reformer, Solo, Circulo Mágico e sessões privadas.

A música não é indicada para iniciantes. Ela é usada pra relaxar os alunos e não determinar ritmos aos seus movimentos.Se a música tiver um efeito controverso ela pode fazer com os alunos não atinjam o equilíbrio de seus movimentos.

A música ambiente tem como função elevar a energia da turma. Introduzindo a música em uma turma de Pilates, pode ou não, coreografar os movimentos. Isso vai depender da natureza da sessão, dos alunos e do objetivo do instrutor. “Apesar de ter coreografado alguns movimentos do Pilates, com um grupo de profissionais atuantes, não faço coreografias com alunos ou em sessões privadas.” – Diz Elizabeth. “Em minha opinião, o desempenho do iniciante deve ser correto, até que seja possível uma variação individual.

Atenção: A música não dever ser usada com novos alunos. Somente com o princípio corpo-mente solidificados, é que pode ser introduzido um novo elemento para melhorar ainda mais a experiência dos alunos com o Pilates.

Fonte: http://www.inneridea.com

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Pilates, custo ou benefício? Por que a aula é cara?

Foto: Internet

A maioria das pessoas que têm vontade de fazer aulas de Pilates quando se depara com os preços, acabam adiando a decisão ou mesmo desistindo. A prática de Pilates traz, comprovadamente, benefícios incomparáveis à saúde, mas devido ao custo mensal, tornou-se um “desejo de consumo”. Por que será que essas aulas são mais caras que as de ginástica comum?

Por que aula de Pilates é cara?

Recebo algumas perguntas e até críticas sobre o preço das aulas de Pilates. Aqui, gostaria de discutir essa questão e ficaria feliz com a sua opinião.

Costumo dizer que produto/serviço caro é aquele que não atende às suas expectativas.

Qual a sua opinião?

Alguns fatores devem ser levados em consideração:

Investimento do profissional é caro

Em entrevista para o Revista Pilates, William Melilli, gerente comercial da Metalife Pilates, atuante na fabricação de equipamentos, consultoria e treinamento profissional, afirma que o valor cobrado pelas aulas de Pilates está associado ao alto nível da formação dos profissionais e ao custo de investimento inicial em segurança, ou seja, qualidade de equipamentos. Um bom estúdio, bem equipado, com professor especializado e certificado internacional requer bom investimento inicial e constante investimento em atualização tanto profissional quanto dos aparelhos.

Dependendo da região do país, a mensalidade cobrada para duas aulas por semana, pode variar de R$150,00 até R$550,00. Outro fator que se deve levar em conta é o atendimento personalizado característico do método. As aulas de Pilates, quando não são individuais, são dadas para 3 ou 4 pessoas, no máximo. Ao contrário das aulas de ginásticas em academia, que chegam a somar 20 ou mais pessoas numa mesma sala. O Pilates é baseado na atenção e consciência corporal. O olhar do professor deve estar sempre atento a cada movimento do aluno, como um personal trainer.

Porém, é importante ressaltar que o custo vale pelo tamanho do benefício. O Pilates conquistou o mundo pelo rápido resultado apresentado com uma rotina de treino. Resultados estes que previnem e tratam problemas de saúde como dores na coluna, ansiedade e tensões musculares decorrentes do stress. Sendo assim, se pensarmos que um mês inteiro de aulas de Pilates custa o mesmo do que uma sessão apenas de fisioterapia ou psicoterapia, daí até fica barato.

Paga-se pelo serviço como um todo

Diferente de uma consulta médica, o aluno paga não apenas pelo atendimento. As aulas precisam ser preparadas previamente, e muitas vezes demandam pesquisas e leitura. Tudo baseado em uma avaliação física e postural realizada na primeira aula. Montar a aula, dependendo do caso, pode levar mais tempo do que a aula propriamente dita. Claro que essa proporção diminui a medida que o profissional torna-se mais experiente.

Em estúdio, o atendimento geralmente é individual, quando muito com três ou quatro alunos e isso também encarece o valor da aula.

Outras facilidades podem fazer o preço ser mais salgado como localização, existência de estacionamento, política de reposições e concorrência.

Valorização profissional

Se eu não valorizar o meu trabalho, quem o fará? Essa é a pergunta que eu me faço e que todos deveriam fazer. Já perdi alunos em função do valor da minha aula e não me abalo com isso. Paga quem quer (às vezes quem pode) e mesmo assim tenho muitos horários ocupados.

O que não posso admitir é cobrar pouco por um serviço de qualidade, que toma boa parte do meu tempo e da minha energia, para o qual estudei (e estudo) muito e perceber que o aluno não valoriza isso. Muitas vezes  a pessoa gasta com roupas de grife, viagens ao exterior, carro, restaurante, balada e quer economizar com a própria saúde!

Não sou instituição filantrópica, mas contribuo da forma que posso para atender àqueles que realmente precisam. Uma das formas que o Espaço Pilates Pirenópolis realiza é a Clínica Social, um horário reservado, uma vez por semana,  para pessoas locais com menos recursos e / ou para gestantes que visam qualidade de vida na gravidez. Tudo isso a um valor diferenciado. Além disso através do blog, com informações gratuitas e de qualidade.

Formar-se em Pilates e manter um estúdio com equipamentos de qualidade requer investimento. Porém, tem-se a certeza de retorno e satisfação. Não só para o investidor que souber gerir bem seu negócio e manter-se atualizado, mas também para o praticante das aulas. Ou seja, os dois lados da moeda, professor e aluno, só tem a ganhar. Quem decide investir em Pilates encontra um bom negócio para a vida toda.

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Pilates com humor #01

Principalmente antes das aulas de Pilates…

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Alimentação como potencializador dos resultados do Pilates

Foto: Nutrição em foco

O Pilates, método criado pelo alemão Joseph Pilates,  ganhou popularidade no Brasil e invadiu as academias e estúdios dos grandes centros.

É um método que combina arte e ciência e a sua  intenção é promover o desenvolvimento equilibrado da mente e do corpo, garantindo  condicionamento físico e podendo alongar, tonificar e ainda corrigir defeitos musculares.  Este método possui como princípios básicos a respiração, a concentração, o controle, a fluidez, a precisão e a centralização. As atividades são iniciadas em níveis de menor grau de dificuldade e depois vão progredindo através de elemento.

Como toda atividade física, há um gasto calórico elevado – cerca de 500kcal por aula – porém, a perda de peso não é o objetivo principal deste método.

Portanto, para o praticante que procura emagrecer é importante associar ao pilates um programa nutricional, capaz de lhe garantir energia e força para o seu dia a dia e ainda sobrar para as aulas. É preciso então, ter uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, para garantir um bom desempenho na atividade física e deixar os problemas que afetam a imunidade bem longe.

 
Dicas de alimentação para o Pilates

– A fruta torna-se um dos alimentos mais recomendados para os praticantes de Pilates, pois gasta pouca energia para ser digerida e dá retorno máximo de energia que o seu corpo precisa;

– Proteína: ajuda na construção muscular, porém deve ser consumida com orientação personalizada, pois o consumo excessivo pode prejudicar o metabolismo;

-Probióticos: beneficiam o funcionamento do corpo, pois atuam sobre o equilíbrio intestinal. Pode ser encontrado em leites fermentados e iogurtes;

– Consumir alimentos ricos em vitaminas C e E pois são antioxidantes e necessários para evitar o desgaste do organismo, podendo ajudar a  reduzir as lesões oxidativas causadas pelo exercício;

– Fibras alimentares: ajudam na manutenção e regulação do intestino e desempenham papel importante na ativação do sistema imune;

– Peixes como o salmão e a sardinha contêm ômega 3, que ajuda na diminuição do risco de doenças cardiovasculares;

– Aveia e cereais integrais ajudam na diminuição do colesterol LDL que, em quantidades elevadas, faz mal ao organismo;

– Beber bastante água durante todo o dia e fazer uma dieta equilibrada, com quantidades adequadas de calorias e nutrientes com um plano alimentar personalizado.

O pilates além de fazer bem ao corpo, no sentido de fortalecer as fibras musculares e melhorar o equilíbrio, também é um exercício para a mente, de autocontrole e consciência corporal. Se aliado a bons hábitos alimentares encerra-se um tripé de bons cuidados ao corpo: corpo-mente-alimentação.

Dicas para um melhor rendimento físico no Pilates

  • Ao aumentar a coordenação e a força nos músculos abdominais profundos, ou seja, abdominais transversais, a lombar será protegida e estabilizada.
  • Para que o corpo receba a quantidade suficiente de oxigênio para executar o exercício, é importante controlar bem a respiração.
  • Aprenda a controlar o corpo sozinho no solo, pois isso exige muito mais do praticante.
  • Procure não focar sua atenção para a quantidade de repetições e sim na qualidade delas. Faça os exercícios lentamente, de modo que você tenha tempo de organizar o tronco e ter qualidade no exercício.
  • Além dos materiais e equipamentos utilizados na aula de pilates, procure fazer uso do peso do seu próprio corpo.

 

O texto acima tem caráter informativo e não tem a intenção de substituir uma orientação médica ou de um profissional de saúde.

 

 

Fontes: Site Nutrição em foco / Site Corpo Perfeito

 

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